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Grupo Fiat Chrysler (FCA) investirá R$ 16 bilhões no Brasil

Montante será aplicado até 2024 na expansão da unidade; parte dele será usada para uma nova linha de motores turbo. Expectativa é gerar 9 mil empregos no período.


A Fiat Chrysler (FCA) anunciou em 22/05 que investirá R$ 8,5 bilhões na fábrica de Betim (MG), a maior de veículos do Brasil, até 2024. Parte desse valor, R$ 500 milhões, será usada para implantar uma nova linha de motores turbo.

Linha de montagem da Fiat em Betim — Foto: Patrícia Fiúza/G1

Ao todo, o grupo Fiat Chrysler investirá R$ 16 bilhões no Brasil nesse período, plano que foi anunciado em junho do ano passado. Na época, o montante somava R$ 14 bilhões.


Em 16/05, a montadora confirmou que R$ 7,5 bilhões serão investidos na fábrica de Goiana (PB), que faz carros das marcas Fiat e Jeep.


De acordo com a FCA, a expectativa é gerar 9 mil empregos no período em MG. Somente a nova linha de motores deve ser responsável por 1.200 vagas.


A produção desses motores começa somente no final do ano que vem. Além de atender ao mercado brasileiro, eles serão exportados. A expectativa da montadora é enviar 400 mil para a Europa até 2022.

Executivos da Fiat e autoridades assinatura do protocolo de intenções para implantação de nova fábrica de motores em Betim — Foto: Patrícia Fiúza/G1

A montadora também confirmou que terá 15 lançamentos até 2024, sendo "2 ou 3 SUVs" para a Fiat, que ainda não entrou nesse disputado segmento do mercado brasileiro. O primeiro chegará às lojas em 2021, como a própria marca já tinha adiantado.


Isenção de IPVA a carro com GNV


No evento, o governador Romeu Zema também assinou um decreto de isenção de Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para carros movidos a gás. A Fiat acaba de relançar o Fiat Grand Siena, preparado para GNV.


"Fico contente de a Fiat ter acreditado em nossos planos, nossas palavras, e tenho certeza de que não vão se arrepender. Vamos olhar para a frente. Vamos ter diferenciação no IPVA para veículos movido a gás. Vamos ter revolução na questão de gás nos próximos anos", disse Zema. "Hoje temos um preço proibitivo e (ele) vai cair nos próximos anos devido a mudanças que serão feitas no monopólio estatal."


Fonte: g1.com.br

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